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Eureka! Carro com partida a bafo

Eureka! Carro com partida a bafoVerão, Natal, Ano novo… Está chegando a época de comemorar com a família, com os amigos, de sair para o happy hour e tomar aquele chopinho gelado. É, mas, em tempos de Lei Seca, fica difícil sair pra beber e voltar pra casa dirigindo, né?

Por isso, nada melhor que um carro que barra motoristas bêbados.

Eureka! Bundinha de neném

Se você acha que isso é impossível e que é, no mínimo, coisa de filme, é porque ainda não conhece o dispositivo criado pela Toyota, em parceria com a empresa Hino, que mede o teor alcoólico do hálito do motorista e pode bloquear a partida do automóvel caso o motô esteja embriagado.

Eureka! Carro com partida a bafo

O bafômetro instalado no carro é conectado ao motor de partida e envia as informações a um computador de bordo, impedindo que o veículo seja ligado caso o motorista não passe no teste. Todo esse procedimento leva cerca de 5 segundos!

Como eu morro de medo de andar com motoristas bêbados (e, por isso, abuso das caronas do Sá!), achei essa invenção o máximo. Se todos os carros saíssem da fábrica com este dispositivo, com certeza o número de acidentes seria bem menor.

Então, juízo nos finais de tarde e nos finais de semana. Ao invés de saírem bêbados pelas ruas e estradas, fiquem em casa bebendo uma cervejinha e lendo os posts do Blog Idéias! e as bobagens que eu escrevo lá no Twitter (@nataliasgv)!

Beijo e até semana que vem!

Eureka! Bundinha de neném

Eureka! Bundinha de nenémNós, mulheres, estamos sempre reclamando das nossas sessões masoquistas de depilação. Aí, vêm os amigos, namorados e primos chatos falando que quem sofre são eles por terem que se barbear com muito mais frequência. Eu sou suspeita pra falar porque curto uma barbinha por fazer, mas, cá entre nós, ter que raspar o rosto quase que diariamente deve ser realmente um saco. Então, em homenagem a vocês, homens-bundinha-de-neném, o assunto da coluna Eureka! de hoje é o barbeador descartável: a famosa Gillette!

Eureka! Bundinha de neném

King Camp Gillette era um cara que sonhava em ficar rico, apesar de fazer questão de expor os males do capitalismo (vai entender…). Para ele, a chave para o sucesso financeiro era inventar alguma coisa que as pessoas tivessem que comprar sempre. Aí, numa manhã de 1895, Gillette resolveu se barbear usando a tradicional navalha, que tinha que ser afiada depois de cada uso. Achando aquilo um saco, ele pensou “nossa, podia existir uma navalha descartável”. E foi assim que ele inventou a famosa Gillette!

Eureka! Bundinha de neném

A Gillette só ganhou o mercado oito anos depois de sua invenção, mas, quando chegou às lojas, não demorou muito para que King ficasse milionário. A patente da Gillette data de 15 de novembro de 1904. Então, mesmo um pouquinho atrasado, ainda está em tempo de comemorar os 105 anos dessa brilhante invenção!

A coluna de hoje utilizou informações do site Neatorama, por indicação do Sá! Se você também quer indicar um assunto, deixe sua sugestão nos comentários!

Semana que vem eu volto! Até lá, larga mão de ser jacu e continua lendo os posts do Blog Idéias! e me segue no Twitter (@nataliasgv)!

Beijo!

Eureka! Invenções duvidosas

Eureka! Invenções duvidosasSer inventor deve ser muito legal. Quem nunca quis ser o primeiro a criar um objeto ou um mecanismo que fosse útil pra toda a humanidade? Todas as invenções que já apareceram por aqui devem ter dado muito orgulho pros seus criadores. Porém, hoje chegou a vez daquelas invenções que, ao invés de despertarem admiração e orgulho, suscitam mesmo é uma bela de uma vergonha alheia. Hoje a coluna Eureka! mostra alguns inventos nem tão geniais assim.

Eureka! Invenções duvidosas

Pra começar, apresento-lhes o “despertador para dorminhocos”. Patenteado em 19 de julho de 1892, ele funciona assim:

Eureka! Invenções duvidosas

Pelo que eu entendi, se você não acordar logo e desligar a porcaria do despertador, ele te derruba da cama. Por que ele merece estar na coluna de hoje? Simples. Quem tem dificuldade pra acordar (eu!) precisa de métodos drásticos pra conseguir levantar da cama. Mas calma aí, né. Preciso de métodos drásticos, não de um traumatismo craniano! (Se você tem outra explicação pro desenho aí em cima, deixa nos comentários!)

Continuando… O que você faz depois de acordar? Provavelmente vai ao banheiro, certo? Então, que tal utilizar essa excelentíssima invenção batizada de “acionador automático de vaso sanitário”?

Eureka! Invenções duvidosas

Se você não entendeu nada, eu explico: colocaram um detector dentro do vaso; assim que as fezes caem sobre esse detector, a saída de água é automaticamente acionada. Essa brilhante invenção foi patenteada em 6 de maio de 1924. Pronto! Desde então você já pode “fazer o serviço” sem se preocupar em apertar a descarga depois. E você aí desperdiçando energia com descarga, hein?

Bom, agora é sério. A próxima invenção é realmente útil e nem merecia estar na coluna de hoje. Conheçam a “campainha para pessoas enterradas vivas”.

Eureka! Invenções duvidosas

Patenteado em 22 de dezembro de 1891, o mecanismo é colocado dentro do caixão e pode ser acionado caso o defunto acorde lá dentro. Brilhante! Se você for enterrado vivo e, de repente, acordar e acionar essa geringonça, você está salv… Ferrado! Vai, no mínimo, matar o coveiro de susto e morrer sufocado esperando que alguém tenha coragem de abrir sua cova e conferir se você está mesmo vivo!

Se você sabe de mais alguma invenção tosca, compartilhe com a gente nos comentários! Semana que vem eu volto com mais invenções – úteis ou não! Enquanto isso, precisa repetir? Tá bom, vai: continue visitando o Blog Idéias e me siga no Twitter (@nataliasgv)!

Beijo! =)

P.s.: as informações da coluna de hoje vieram do site Humor na Ciência.

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Eureka! Nos braços de Morpheu

Eureka! Ideias comentadas! calculatorSe tem uma coisa boa nessa vida é dormir. Com esse tempinho chuvoso, um feriado na segunda e muita, muita preguiça acumulada, o melhor é deitar entre almofadas e travesseiros, ligar a TV e descansar para renovar as energias. Infelizmente, no meu feriado não teve nada disso. Passei longe do conforto da minha cama, da maciez das minhas almofadas e do aconchego do meu travesseiro. Por isso, o tema da coluna Eureka! de hoje é a invenção do nosso abençoado colchão.

Eureka! Somando praticidade

Nesses dias de descanso, dormi duas noites em um pedaço de madeira e voltei pra casa com dores que iam do dedão do pé até o último fio de cabelo.

No começo dos tempos, o homem dormia no chão; experiência nada agradável, garanto. Depois, passou a forrar o lugar do seu sono com folhas, palhas e ramos para que ficasse mais confortável. Após mais algum tempo, ao costurar peles ou tecidos e encher com esses materiais, criou-se uma espécie de colchão primitivo.

Especula-se que o primeiro colchão tenha sido inventado pelos romanos; inclusive o colchão d’água – que, para eles, significava deitar na água morna até o sono chegar. Mais tarde, em 1881, Daniel Haynes começou a fabricar colchões estofados com algodão e vender para os amigos e vizinhos. Em 1889, Haynes conseguiu a patente sobre sua máquina que comprimia o algodão para que pudesse ser usado nos colchões. Já o mecanismo de molas começou a ser usado em 1871 com a revolução industrial, mas só começou a ganhar mercado nos anos 1920.

Claro que, de lá para cá, os colchões sofreram várias mudanças e, hoje, com a tecnologia, esse utensílio é muito mais do que apenas uma superfície para dormir. São várias densidades, tamanhos, espessuras, texturas… Tem para todo gosto e necessidade. É claro que ainda existem aqueles primitivos, como o que eu utilizei nesse feriado. Ele parecia ser composto por uma tora de madeira revestida com um tecido qualquer. Parece que o fabricante daquela coisa não ficou sabendo da existência da máquina de Haynes. E aí eu paguei o pato.

Por isso, cá estou para registrar meu profundo agradecimento aos inventores dos colchões de algodão e mola; e para manifestar meu repúdio aos pedaços de madeira enrolados em pano. Não há nada melhor do que poder se mexer durante a noite sem machucar os ossos da bacia. Meus mais novos ídolos são os inventores dos estofamentos dos colchões. E tenho dito.

Se você teve boas noites de sono nesse feriado, pode parar de preguiça: acessa aí os posts do Blog Idéias e me segue no Twitter (@nataliasgv)! Aproveita e deixa sua sugestão de tema para a próxima semana!

Beijo e até mais ver!

Eureka! Somando praticidade

Eureka! Ideias comentadas! calculatorAssim como 2 e 2 são 4, é fato que a matemática é um dom para poucos. Saber fazer contas, resolver fórmulas em grego (literalmente) e chegar a resultados úteis para a humanidade não é para qualquer um. Por isso, a grande ideia da coluna de hoje é um objeto que ajuda – e muito – todos aqueles que usam a matemática em seu cotidiano: a máquina calculadora.

Eureka! Somando praticidade

Não importa se ela é simples, como a dos celulares, ou mais elaborada, como a científica. A calculadora é sempre uma mão na roda! Antes dela, os homens faziam suas contas usando engenhocas como os ábacos que, apesar de cumprirem sua função, não chegam nem perto da praticidade e facilidade das calculadoras.

Eureka! Somando praticidade
Ábaco

Foi em 1623 que o alemão Wilhelm Schickard inventou a primeira calculadora mecânica. Ela funcionava através de um mecanismo de rodas dentadas e fazia apenas operações de adição e subtração. No entanto, apesar de ser uma grande invenção, a calculadora de Schickard caiu logo no esquecimento. Alguns anos depois, Blaise Pascal criou a Pascalina, um tipo de calculadora com as mesmas características da de Schickard, que foi aperfeiçoada pelo matemático alemão Gottfried Wilhelm von Leibniz. No entanto, nenhuma dessas invenções emplacou. Foi Charles-Xavier Thomas de Colmar que conseguiu dar praticidade às calculadoras inventando o aritmômetro, que vendeu mais de 1.500 unidades em 30 anos. Daí em diante, os modelos foram sendo cada vez mais aperfeiçoados, até chegar às sofisticadas calculadoras de hoje.

Eureka! Somando praticidade
HP

Calcular o desconto daquele sapato lindo que está em promoção; controlar quantos créditos foram gastos com as mensagens do final de semana; saber quanto é preciso economizar para comprar todos os presentes de Natal; somar os preços dos itens do carrinho de compras antes de passar no caixa para saber se o dinheiro vai dar. Essas são só algumas das funções da calculadora na vida cotidiana de todo e qualquer ser humano. E são essas funções, banais e extremamente práticas, que fazem da calculadora uma santa invenção!

Mesmo aqueles que escolhem a matemática como meio de vida precisam das calculadoras. Afinal, ter afinidade com a área de exatas não faz do sujeito um gênio capaz de resolver toda e qualquer fórmula que aparece na sua frente. Se até mesmo os engenheiros, matemáticos, físicos e afins precisam de uma mãozinha na hora de resolver suas contas mirabolantes, imagine eu, esta pobre criatura da área de humanas? Eu idolatro as calculadoras!

E você? Como costuma resolver os problemas matemáticos de cada dia? Diga aí nos comentários! Deixe também sua sugestão de tema para a coluna da próxima semana!

Então, já sabe, né? Continue lendo o Blog Idéias e me siga no Twitter (@nataliasgv)!

Beijo!

Eureka! Por trás das barras

Eureka! Ideias comentadas! barcodeNa semana passada, o código de barras fez aniversário. Este mecanismo super prático de identificar objetos foi patenteado em 7 de outubro de 1952 pelos americanos Bernard Silver, Norman Joseph Woodland e Jordin Johanson.

Eureka! Por trás das barras

Basicamente, o código de barras é uma representação de dados numéricos ou alfanuméricos. Para decodificar essas informações, basta utilizar um scanner que emite um raio vermelho e percorre toda a barra. Nos lugares onde houver barras escuras, a luz é absorvida; onde houver barras claras, a luz é refletida para o scanner, que reconhece os dados representados. Depois, o computador transforma tudo em linguagem de gente (números ou letras).

O código de barras foi uma sacada genial! Ele ajuda a organizar, catalogar e controlar objetos dos mais diversos. Em qualquer botequim de esquina os produtos podem ser facilmente marcados com uma etiqueta com código de barras. É claro que ainda existem lugares que insistem em não marcar os objetos e, quando a gente chega ao caixa, passa horas e horas na fila esperando o atendente trazer a pasta com a relação de preços de todos os trocentos produtos vendidos.

Como prezo sempre pela praticidade, sou a favor de tudo que é invenção útil, que realmente ajude a facilitar nossas vidas. O código de barras é uma delas. Tanto é que não consegui, até agora, achar algum ponto negativo pra fazer um contraponto – mania de jornalista.

Então, como isso aqui é uma coluna e quem manda sou eu (foi mal, Sá!), fiquem vocês também maravilhados e agradecidos pela invenção do magnífico código de barras!

Se você é maluco e quer saber mais detalhadamente como funciona essa invenção, pode clicar aqui (em inglês).

Não se esqueçam: deixem suas sugestões de temas nos comentários, acompanhem os post do Blog Idéias e me sigam no Twitter (@nataliasgv)!

Beijo e até semana que vem!

Eureka! Abre-te, Sésamo!

Eureka! Ideias comentadas! ziperEm 1893, o engenheiro americano Whitcomb Judson patenteou um mecanismo que substituía os laços das botas de cano alto. Alguns anos depois, o também engenheiro Gideon Sundback, sueco-americano, aperfeiçoou a engenhoca e inventou o nosso bom e velho zíper. Brilhante! Exceto pelo fato de que era preciso descosturar o fecho das roupas antes de lavá-las, pois, senão, o zíper enferrujava (Fail!).

Eureka! Abre-te, Sésamo!

Foi só em 1923 que o fabricante de pneus B. F. Goodrich resolveu o problema utilizando novos materiais na fabricação do fecho. Além disso, foi ele quem batizou o invento com o nome “zíper”, baseado no som que escutava ao fechar suas botas de borracha.

E, assim, toda a humanidade pôde respirar aliviada. Não tem coisa mais chata do que ficar amarrando cadarço ou abotoando mil botões. Sem contar que, na hora do aperto, o nó nunca desata e os botões sempre agarram!

Só que, como nem tudo são flores, o zíper também faz suas pegadinhas (com ou sem trocadilhos, tanto faz!). Imagine você apertadíssimo pra ir ao banheiro. Quando finalmente chega lá, está de frente pro vaso sanitário – ou mictório, no caso dos meninos –, a porcaria do zíper emperra. Ódio.

Mas sejamos otimistas. Vamos supor que você tem um zíper camarada que não agarra nas suas partes íntimas e não te faz sujar as calças. Ótimo, não fosse o fato dele ficar sempre aberto. Se você passa na rua e vê pessoas te encarando com um sorrisinho maroto no canto da boca, pode saber: tem alguma coisa errada com seu zíper.

Então, eis que ainda não inventaram nada de muito prático para substituir cadarços e botões. Até porque ambos ainda existem nos dias de hoje. Eu mesma tenho várias calças com botões no lugar do zíper.

Longe de mim querer desmerecer os engenheiros e fabricantes de pneus metidos a inventores. É claro que o zíper foi uma grande ideia, ele só não resolve todos os problemas! Se os botões emperram e os nós cismam em não desatar, o zíper também agarra, e pior: pode enroscar justo na sua pele. Mas, se eu tiver que tomar partido, fico com o zíper por sua praticidade.

E você? É fã dos bons e velhos botões ou prefere viver perigosamente usando o zíper? Deixe seu comentário e sua sugestão de tema para a coluna da próxima semana!

Enquanto isso, leia os posts do Blog Idéias (especialmente os joguinhos viciantes!) e me siga no Twitter (@nataliasgv)!

Beijos!

Eureka! Fez-se a luz!

Eureka! Ideias comentadas!Ela pode ser grande ou pequena, gordinha ou fininha, mais ou menos eficiente; mas você jamais pensaria na sua vida sem ela. Não, não estou falando da sua faxineira, nem da sua esposa e muito menos da sua mãe. A grande ideia da coluna Eureka! de hoje é a invenção da lâmpada!

Foi no dia 21 de outubro de 1879 que Thomas Edison conseguiu bolar um jeito de substituir os lampiões a gás, que, até então, forneciam a luz doméstica. (Ainda há controvérsias sobre a autoria da invenção, mas a maioria ainda tende a creditar o invento a Edison.) Ele inventou a lâmpada a partir de um filamento de carbono. A brincadeira terminou com algodões carbonizados, que acabaram produzindo luz por mais de 40 horas consecutivas. Missão cumprida!

Hoje, é impossível pensar nossas vidas sem a lâmpada. Claro que, antes dela, outras invenções tiveram de ser concluídas para que a gente pudesse iluminar nossas casas, mas nenhuma foi tão eficiente quanto a lâmpada. Imagine só chegar do trabalho, abrir a porta e ter que ir tateando até o lampião? Seria, no mínimo, pouco prático!

No entanto, o invento de Edison já não parece tão genial assim nos dias de hoje. Isso por causa do aquecimento global e das tentativas de diminuir o consumo de energia elétrica. Sabia que, na União Europeia, já não é permitido vender lâmpadas incandescentes de 100 watts (W)? Pois é. A partir de 2011, também será proibida a venda das lâmpadas de 60W, 40W e 25W. Aí, todo mundo vai ser obrigado a usar apenas as lâmpadas fluorescentes – de baixo consumo –, que funcionam através de um princípio diferente das lâmpadas comuns.

Dizem que só 5% da energia consumida por uma lâmpada incandescente se transformam em luz, enquanto o rendimento das fluorescentes é de 25%. Pouco, né? Então fica aí a deixa para que malucos, digo, grandes pesquisadores descubram um jeito de aperfeiçoar a lâmpada, fazendo com que ela seja mais eficiente.

Como, em matéria de eletricidade, eu sou totalmente leiga, realizei algumas pesquisas básicas para escrever a coluna de hoje. Se você não é nenhum engenheiro de companhia elétrica, ou coisa do tipo, pode ler mais sobre o assunto aqui.

Você também pode contribuir para a coluna Eureka! Deixe suas sugestões de temas nos comentários!

Semana que vem eu volto! Enquanto isso, já sabe: leia os posts do Blog Idéias e me siga no Twitter (@nataliasgv)!

O último a sair apaga a luz!

Beijo!

Eureka! Nova coluna semanal, por Natália

Eureka! Ideias comentadas!Olá, leitores do Blog Idéias!

Depois de muito tempo visitando despretensiosamente este blog, passo de mera espectadora a colaboradora. A partir de hoje, além dos posts nossos de cada dia, garimpados pelo Pedro (a.k.a Sá), vocês também vão poder ler a coluna “Eureka!”.

Nela, estarão meus comentários sobre as grandes (médias ou pequenas) ideias que mudaram o mundo. Mas não se preocupem, não vai ser nada muito didático! Aqui, vocês vão encontrar textos bem descontraídos – por vezes até engraçadinhos. Sim, eu também faço piada (talvez não tão boas quanto as do Sá…)!

Para quem ainda não me conhece, muito prazer, sou a Natália!! Jornalista por escolha e formação, já estagiei em jornal impresso e revista, mas, depois de formada, várias oportunidades se abriram no campo virtual. Durante um tempo, fui colaboradora de conteúdo de um site de notícias e, atualmente, gerencio o portal de uma inspetoria da Rede Salesiana de Ensino, aqui em BH.

Ultimamente, tenho tido poucas oportunidades de exercitar meu lado mais light; venho produzindo cada vez mais textos formais, tanto para o trabalho quanto pra faculdade (pós-graduação em Revisão de Textos). Então, eis aqui uma grande oportunidade pra extravasar!

A cada semana será apresentada uma ideia diferente e os meus comentários sobre elas. Vou mostrar o que penso sobre as grandes ideias da humanidade! Salve-se quem puder!Preparados? Então tá! Na próxima semana eu volto falando sobre uma super invenção que faz parte do dia a dia de todo mundo. Sem ela, com certeza nossas vidas seriam bem mais difíceis!

nquanto vocês esperam – ansiosamente! – pela próxima “Eureka!”, leiam os posts do Blog Idéias e me sigam no Twitter (@nataliasgv)!

Quem quiser sugerir ideias a serem comentadas, basta deixar um comentário no post!

Beijos!

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