
Eureka! No trono
Então, daí que eu voltei, agora pra ficar, porque aqui, aqui é o meu lugar! Pelo menos até o próximo sumiço!
Todos bem? Preparados para mais uma incursão pelo mundo criativo das invenções estranhas mundo afora? Então vamos lá!


Eureka! pela natureza
Bom dia, boa tarde e boa noite. Segurem as lágrimas porque eu voltei!
Hoje, estou num clima mais zen e vou mostrar pra vocês como a mente humana pode criar coisas interessantes quando quer.
Mais do que ficar inventando moda por aí, o importante mesmo é criar objetos úteis e que deem orgulho de dizer “fui eu que fiz”.
A gente sabe que o nosso planeta vem reclamando cada vez mais da estupidez com que a gente o trata. Milhões de toneladas de lixo, vazamentos de petróleo, esgoto sem tratamento correndo pro mar e uma grande sensação de impotência frente a isso tudo. Mas fazer a sua parte nessa história de preservar a natureza pode ser mais simples do que você imagina.
Criada pela Bobble Store, a Bobble Water, essa garrafinha aí embaixo, promete reduzir o dano causado pelas toneladas de plástico descartadas na natureza todos os dias, além de permitir o consumo da água da torneira. É que ela vem com um filtro de carvão abaixo do gargalo, filtrando a água enquanto você bebe.

O filtro acoplado à garrafinha impede que cloro e outras impurezas sejam ingeridos por sedentos desavisados e tem a capacidade de filtrar, em média, 150 litros de água – equivalente a 300 refis. Essa “invenção verde” vem em seis cores e custa US$ 9,95, podendo ser comprada pela internet (aqui).
Viu? A coluna Eureka! não é feita só de inutilidades! Aproveite que o precinho está bem camarada e troque as garrafinhas descartáveis pela Bobble Water. Presenteie os pais, os irmãos, os amigos, os namorados (as)… Essa é uma moda que vale a pena inventar!
Vou ficando por aqui, mas espero voltar em breve. Enquanto isso, podem comentar, sugerir, criticar… Sou toda ouvidos!
Beijo!


Eureka! A gente somos inútil
Não, você não está sonhando. Sim, sou eu mesma que estou de volta à coluna Eureka!, para alegria de todos e felicidade geral da Nação.
O assunto de hoje são as inutilidades que as pessoas insistem em inventar, dia após dia. É claro que o que é inútil pra mim pode ser extremamente eficaz na sua vida. Porém, os objetos que vou listar aqui hoje são unanimidade: não existe ninguém que precise de algum deles pra sobreviver.
O primeiro deles é a coleção de “Amigos Fedorentos”. São pequenos bonequinhos que vêm em uma embalagem de plástico e carregam consigo um cheirinho nada agradável. Entre os odores, está o alho, o estrume (também conhecido como bosta de vaca), o chiqueiro, entre outros. O mais legal é que os nomes dos bonequinhos combinam com seu respectivo cheiro, como o Chico Chiqueiro e o Gastão Bafo de Cão.

Mea-culpa: confesso que já tive um sapo de plástico que tinha cheiro de chulé quando a gente tirava o tênis do pé dele.
A próxima invenção é um achado fashion. Pra você que adora um acessório que diferencie seu visual, que tal um óculos derretido? Essa invenção superútil promete revolucionar o look da galera.

Dizem que é pra entrar nessa moda de vampiros e cia. e “chorar sangue”. Tenso.
Para finalizar, o mais inútil de todos, na minha opinião: um bloco de notas para tweets. A ideia é levar os 140 caracteres e os “@’s” para o papel. Nada prático, o bloco traz todas as opções do Twitter tradicional impressas em cada folha.

Depois de preencher, a gente bota num envelope e manda pelo Correio?
Bem, se mesmo assim você quiser adquirir alguma dessas invenções, clique aqui para comprar seu Amigo Fedido, aqui para comprar seus óculos derretidos e aqui comprar o bloco de notas para tweets.
Como todo brasileiro, não desisto nunca e continuo pedindo comentários, sugestões, críticas e seguidores no Twitter.
Quando você menos esperar, estarei de volta! Beijos!


Eureka! Língua nossa de cada dia
E aí, criançada. Tudo supimpa?
Todo mundo já ouviu dizer que quem cala consente, né? Seguindo essa lógica, como vocês não comentaram nem positiva, nem negativamente sobre a coluna passada, cambada de desalmados hoje vou elucidar mais alguns mistérios da nossa língua: a origem de expressões e ditados populares e a mudança de sentido causada pela burrice alheia pelo não entendimento de alguns deles.
Quando criança, todo mundo aprende que “batatinha, quando nasce, se esparrama pelo chão“. Agora, 23 anos depois, descubro que não é bem assim. A frase é, na verdade, “batatinha, quando nasce, espalha rama pelo chão“. Falando rápido dá mesmo pra confundir, né? Sem contar que eu nunca vi uma plantação de batatas pra saber como é apesar de muita gente já ter me mandado ir plantá-las.
E aquela roupa nova que você comprou e, quando foi comentar com as amigas, não soube precisar de que cor ela era e disse apenas que era “cor de burro quando foge”? Saiba que você (e mais milhares de pessoas por aí) não está falando nada com nada. A frase real é “corro de burro quando foge”. Taí. Sempre fiquei pensando porque diabos o burro mudava de cor quando fugia. Hoje, descobri que não é nenhuma estratégia de camuflagem, é só um mal entendido básico mesmo.
Para não errar, muita gente prefere pedir informação exceto homens no trânsito, afinal, “quem tem boca vai a Roma“, certo? Errado. O certo mesmo era “quem tem boca vaia Roma“. Essa pelo menos é uma confusão justificável.
Quando nasce um bebê, os parentes babões ficam lá dizendo que ele tem os olhos do pai, a boca da mãe, o nariz do tataravô e por aí vai. Até que aparece um dizendo “é a cara do pai, cuspido e escarrado“. Que porcariada, meu santo Buda! O certo seria “é a cara do pai esculpida em Carrara” (Carrara é um tipo de mármore extraído da cidade de mesmo nome, na Itália).
Viu só? E você aí falando coisas nada a ver todos os dias, hein? Mais uma vez, a coluna Eureka! contribui para suas conversas de buteco com uma inestimável dose de cultura inútil.
Deleite-se, comente, mande sugestões senão eu quebro isso que você chama de cara.
Até a próxima!


Eureka! Na ponta da língua
Oi, gente! Vocês vão bem? A pé ou de trem? Rá!
Trocadilhos e expressões péssimas engraçadas criativas como essa aí de cima aparecem toda hora em conversas informais ou até mesmo nos papos mais cabeça. No caso de algumas palavras ou expressões da Língua Portuguesa, todo mundo sabe o que elas significam, mas ninguém explica quem as inventou ou da onde elas surgiram.
Pois bem, seus problemas se acabaram! Hoje, todo mundo vai ficar sabendo a origem de algumas expressões bastante corriqueiras na nossa língua.
O que foi? Não tá gostando? Ah, para de nhenhenhém! Aposto que você não sabia que a expressão “ficar com nhenhenhém”, que significa “ficar reclamando sem parar”, tem origem na língua tupi. “Nhe’eng” é “falar” em tupi.
Agora, se você é daqueles mais emotivos, que por qualquer coisinha já disparam a chorar as pitangas por aí, sabia que você também está falando um pouquinho de tupi. “Pitanga” significa “vermelho”, portanto, a expressão, na verdade, quer dizer “chorar lágrimas de sangue”. E quem chora muito suas pitangas corre o risco de ocasionar um verdadeiro toró. A palavra significa “jorro d’água”, também em tupi.
Choro perdoável é aquele de quando as coisas dão errado e vai tudo pras cucuias. “Cucuia” é entrar em decadência, na língua tupi.
Mas, se é o seu namoro que foi pras cucuias, fique feliz! Pelo menos você não vai ter mais que aguentar aquela velha coroca da sua sogra enchendo a paciência! Velha coroca = velha resmungona. “Kuruk” = “resmungar”, em tupi.
Por que tudo isso é em tupi? Simplesmente porque ela foi a língua mais falada no Brasil até o século 18, sendo a segunda língua oficial do País até então. E a galera só parou de falar tupi porque o Marquês de Pombal resolveu proibir o ensino dessa língua em 1758. Mas você é revolucionário, gostou da língua e quer aprender mais? A USP oferece o único curso de tupi do Brasil, com duração de um ano.
Viu só? A coluna Eureka! também é cultura! Agora você já pode dividir toda essa cultura inútil com os seus amigos!
Mandem sugestões de temas pelos comentários, pelo Twitter, pelos Correios, por sinal de fumaça… Enfim, o importante é mandar.
Então, beijosmeliguem!


Eureka! Dicas do leitor
Olá, pessoas! Como vocês devem ter percebido (ou não), eu dei uma abandonada básica na nossa coluna preferida nesses últimos dias. Eu tive motivos muito justos, mas isso também não vem ao caso. O importante é que, para o bem de todos e felicidade geral da nação, eu voltei!
Seguindo a linha de “invenções-inúteis-que-eu-adoraria-ter-em-casa”, hoje a coluna Eureka! vai falar sobre objetos comuns que ganharam novas versões, muito mais criativas. A dica foi do leitor @dudufranco89.
A primeira delas é também a mais temida por 99,9% da população: o despertador. Algum ser louvável inventou um despertador que te presenteia com chocolate toda manhã, ou seja, ele é melhor que o seu namorado! É assim: você carrega a máquina com seu chocolate preferido e, de manhã, quando ele tocar, você tem 15 segundos para apertar o botãozinho e pegar o doce! Uma ótima maneira de estimular os chocólatras preguiçosos, né?
A segunda invenção é para aqueles que dividem a sala no escritório com pessoas folgadas. Sabe aquele seu colega que vive tomando chás fedidos na caneca que você ganhou da sua avó? Seus problemas acabaram! Agora você já pode comprar essa caneca chamada de Lockup. Quando você for usá-la, coloque a chave no buraquinho no fundo da caneca; quando não for, tire a chave. Tudo que seu colega folgado vai encontrar é uma caneca furada!
Tem também o papel higiênico com Sudoku, para os mais intelectuais. Mas essa invenção já é mais antiga e eu não consigo jogar Sudoku.
Last but not least, temos um guardanapo sensacional. Com ele, todo mundo vai querer aprender as regras de etiqueta e nunca mais vai pendurar o guardanapo na gola da camisa. A ideia foi de uma casa de massagem, que criou um guardanapo cuja estampa é a imagem de uma mão feminina abrindo uma calça de um homem à mesa. Sexy, hein? Pra quem não conseguir achar um original, eu ofereço minha mão pra fazer a imagem é só pedir seu amigo publicitário pra criar um pra você!
Então ficamos assim. Agradeço ao @dudufranco89 pela dica. E vocês, sigam o exemplo dele! Mandem suas sugestões, cambada de folgados leitores lindos do meu coração!
Até a próxima! Beijos!


Eureka! Pense, reinvente e faça diferente
E aí, gente bonita, tudo bem?
Já tem um tempo que escrevo aqui no Blog Ideias, então, vocês já devem ter percebido que eu sou uma pessoa sincera. Quando a invenção é boa, eu elogio; quando é meia-boca, eu critico. Só que hoje, além de elogiar/criticar, vou fazer diferente: vou propor algumas dicas, novos usos para cada invenção. Assim, elas passam de estapafúrdias a usáveis. Criatividade é tudo, meu povo!
Pra começar, peço que retirem todos os membros da família Nardoni da frente do computador, pois agora lhes apresento a “baby cage“, uma gaiola para bebês. Construída em 1937 e distribuída em Londres para pais desavisados, a gaiola era pendurada nas janelas para o bebê tomar um arzinho. Não, eu não sei se alguma criança já despencou lá de cima:

Dica da Nati: Utilize a baby cage como “cantinho do castigo”, no melhor estilo Supernanny de ser.
Se a baby cage não funcionar com o seu bebê e ele continuar chorando, esperneando e fazendo o maior escândalo, tente utilizar os “seios pulsantes”, ou beating breasts. Trata-se de um par de seios artificiais com um mecanismo interno imitando as batidas do coração. Claro, inventado por japoneses. Perfeito para você, que é pai solteiro:

Dica da Nati¹: Menina-mulher, gata-garota-marota desprovida de abundância frontal, diga adeus ao silicone: compre um par de beating breasts!
Dica da Nati²: Donos de sex shop: aproveitem essa tecnologia em suas bonecas infláveis!
A próxima invenção é realmente útil: um “assador” externo de perus. Ao invés de ficar pedindo o forno da vizinha emprestado pra assar o bolo enquanto o peru não fica pronto, agora você pode fazer as duas coisas ao mesmo tempo:

Dica da Nati: Menina-mulher, gata-garota-marota, aproveite seus seios pulsantes novinhos em folha, vista seu biquíni, chame as amigas e divirta-se com seu super “assador” externo de perus! O bronzeado vai ficar sensacional!
Depois dessas invenções inusitadas e das dicas incríveis (modéstia não é o meu forte), fico por aqui.
Meu muito obrigada ao criador-dono-administrador-autor-editor-revisor-e-ditador deste blog, que me enviou o link com “The dumbest inventions of the twentieth century“.
Leiam, comentem, xinguem, briguem, saiam no tapa. O importante é participar!
Beijos e até a próxima!


Eureka! Tá na moda
Olá, você. Tudo bem?
Antes de começar este post, gostaria de reivindicar a criação da pílula anti-desânimo. Pessoal da indústria farmacêutica: fica a dica.
Posto isso, vamos ao que interessa.
Se você é daquelas pessoas que não ligam pra moda, só usam as roupas compradas pela mãe e não sabem nem o tamanho da própria cueca/calcinha, reveja seus conceitos. A indústria fashion traz várias invenções revolucionárias a cada estação, inclusive pra você, geek de plantão.
A mais nova moda inventada lá pelas bandas do Japão é a Wipe Shirt, uma camisa comum que incorpora um pequeno pedaço de microfibra – o mesmo tecido usado para limpeza de óculos e outros objetos. O design é clássico e a ideia pode ser usada tanto na versão masculina quanto feminina.

Essa novidade foi lançada pelos os designers japoneses Katsunari e Ami Igarashi e tem duas versões: uma com a microfibra na barra e outra com a microfibra no punho. Superprático!

E então, ainda acha que moda é só futilidade? Na próxima vez que for limpar seus óculos ou a tela do seu iPhone na barra da camisa, lembre-se dessa invenção incrível!
Bom, por hoje é só. Continuem lendo o Blog Ideias e deixando seus comentários.
Até mais!
Beijo.


Eureka! Avatar
Olá, pessoas! Todos bem? Que bom, porque eu também! Andei sumida – pra variar –, mas estou de volta para, ao mesmo tempo, louvar e criticar uma invenção que foi uma verdadeira revolução para a indústria cinematográfica: a tecnologia 3D.
Na semana passada, assisti ao tão comentado filme Avatar. Tudo muito colorido e vívido, graças ao 3D, que permite que a gente “entre” no filme apenas utilizando simples óculos.
Agora, senta que lá vem história.
Reza a lenda que o primeiro filme 3D foi “The Power of Love”(1922). Essa teoria é confirmada pelo site IMDb (The Internet Movie Database), no qual eu confio, então, adotemos tal posição. Naquele tempo, os efeitos não eram lá grandes coisas e, nos anos 1950, ainda havia defeitos de sincronia e o público saía do cinema com dores de cabeça.
De lá pra cá, muita coisa mudou. Hoje, os filmes 3D têm produções caríssimas e de ótima qualidade, o que atrai milhares de espectadores e arrecada bilhões de dólares a cada estreia.
Crente que sou na arte de fazer cinema 3D, botei fé em Avatar e, mesmo que tardiamente, fui assistir. Nada contra a história em si, mas fato é que, durante o filme, eu não sabia onde devia ajustar o foco dos meus olhos: nos avatares azuis, nos bichinhos que voavam na minha cara, na legenda que eu tinha que ler quando os sons me impediam de ouvir o que o personagem falava ou na dor que eu sentia. Sim, porque, como se não bastasse toda essa confusão focal, os malditos óculos apertavam minha cabeça como se quisessem extrair meu cérebro pelas orelhas.
Então, fazendo um balanço, acho realmente revolucionária a invenção dos filmes 3D. É muito mais legal se sentir “dentro” do filme do que simplesmente assistir. Mas, como nada nessa vida é perfeito, eu espero que os cineastas, cientistas, artesãos, ou seja lá quem for que produz os óculos 3D, não tentem esmagar a cabeça alheia durante os filmes.
De nada adianta melhorar a sincronia que anos antes causava dor de cabeça se os malditos óculos apertados têm o mesmo efeito. Fica a dica.
Bem, tá na hora de morfar. Fico por aqui e espero voltar em breve. Enquanto isso, podem criticar, elogiar, xingar… Enfim, já sabem: falem mal, mas falem de mim! Ah, e quem ainda não assistiu Avatar, corre que ainda dá tempo (eu acho)! Mas antes, leia a crítica do Blog Idéias!
Beijos!


Eureka! Feira de inventos
Depois de fazer um curso cujo diploma não vale nada (valeu, Gilmar Mendes), a melhor decisão foi fazer uma pós meio fora da área e me tornar freelancer (inclusive, precisando, estou às ordens!). Trabalhar em casa e fazer o próprio horário são bênçãos na vida de uma pessoa (ficar à toa e pobre quando não aparece trabalho é o preço que se paga).

Aproveitando o tempo que agora eu tenho, decidi assistir ao Jornal Hoje na terça-feira (9) e vi uma matéria sobre a feira de inventos que está acontecendo em São Paulo. Lá, estudantes do Brasil inteiro expõem objetos que eles mesmos inventaram.
Tem coisas muito úteis por lá, como o alarme anti-enchente, inventado em Foz do Iguaçu. É um mecanismo muito simples: coloca-se um tubo com uma boia na frente da casa e, quando a água começa a subir e atinge a boia, o alarma soa e avisa a vizinhança. Simples e prático, né?
Para os deficientes físicos, o óculos-mouse quebra um super galho. A engenhoca transmite um sinal que é cortado quando o usuário pisca. Aí, o computador reconhece isso como um pulso e dá o “clique”. Movimentando a cabeça para os lados, para baixo e para cima, a pessoa também pode movimentar a setinha na tela.
Outra invenção que eu adorei foi o tênis que resfria ou esquenta os pés. Como minha pressão é muito baixa, eu sempre fico com as extremidades frias, não importa o calor. Peço agora que inventem mini-tênis aquecedores para nariz e orelhas!hehe
Para conhecer outras invenções da feira, veja a matéria do Jornal Hoje aqui.
Por hoje é só! Reclamem, sugiram, elogiem… Enfim, para o bem ou para o mal, deixem seus comentários!
Até mais!
Beijo!































